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Nasa contrata empresa para gerar energia solar na lua

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Intenção é gerar energia solar para os futuros astronautas que irão viver e trabalhar na superfície da lua

A Nasa contratou três empresas que vão gerar energia elétrica para os futuros astronautas que irão viver e trabalhar na superfície da lua. A agência espacial dos Estados Unidos fechou um contrato de quase US$ 20 milhões com as companhias norte-americanas.

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As empresas selecionadas são a Astrobotic Technology, Honeybee Robotics e a Lockheed Martin. As companhias, portanto, dividirão o valor para construir protótipos de geração de energia a partir de painéis solares verticais com mastros de quase 10 metros de altura.

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A Nasa exige que os painéis implantem-se de forma autônoma, além de contar com a capacidade de retrair e serem realocados, caso necessário. O hardware também precisa se manter estável em terreno inclinado, portanto. Além de ser resistente à poeira lunar. Além disso, o sistema precisa ter uma massa e volume mínimos, para facilitar a entrega dos painéis na superfície lunar.

Instalação de painéis deve ocorrer até 2030

A agência explicou que a tecnologia atual de painéis solares espaciais oferece suporte apenas para matrizes energéticas em microgravidade ou para instalação horizontal. No caso da lua, no entanto, a expectativa é da instalação de uma futura colônia no Polo Sul lunar, onde o Sol não se eleva muito acima do horizonte — o que exige o desenvolvimento de novos painéis solares que funcionem na vertical.

Segundo a NASA, esses painéis fornecerão energia para missões robóticas e tripuladas. A expectativa, portanto, é de que os novos painéis cheguem à lua até o final desta década.

Além da energia solar, a agência também estuda a possibilidade de enviar baterias, células de combustível e, até mesmo, um pequeno reator de fissão nuclear para o satélite natural da Terra.

A usina nuclear será utilizada em missões de longo prazo, funcionando em paralelo aos painéis solares, mas, principalmente, durante as longas noites lunares, que duram cerca de duas semanas. Assim como os painéis solares, a expectativa é que o reator de fissão também esteja pronto até 2030.



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